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José Barreto
José Barreto chegou a Itabirito com 12 anos e a cidade era pequenininha, mas com muito sonho de crescer. O título de cidadão honorário satisfez seu desejo de ser itabiritense. Nas lembranças, traz um ofício quase extinto, o de alfaiate, profissão que exerceu desde criança. Confessa que a leitura é o seu vício e nela […] -
Raimunda da Conceição
Raimunda da Conceição Braga nos traz a narrativa de uma vida difícil de trabalho e muita luta. Órfã de mãe ainda menina, aos sete anos já cozinhava no fogão a lenha para os muitos irmãos. Dona simples e de grande sabedoria fala com fluência sobre os costumes da roça, a tradição do presépio, os benefícios […] -
Vitto Rocco Melillo
Maria Terezinha da Silva Melillo e Vitto Roco Melillo formam um casal que se conheceu em uma sala de cinema e estão juntos desde então. Vitto chora ao responder à questão: por que defender o meio ambiente? Diz: “o meio ambiente é tudo, é a nossa vida”. Sempre gostou de plantar, cuidar e lia muito […] -
Roninho
Roney A. de Almeida fala que lá na Paraopeba tem outra língua. A pessoa chega: – Quero uma pia. – Ah! Eu vendo torneira. – Mas quero pra rádio. – Eveready ou Rayovac? Roninho é mineiro e contador de histórias, herança do pai Juculau. Conta da sua infância na Boa Viagem. Lembra dos quintais, das […] -
Tânia Maria
Tânia Maria Teixeira diz que viveu uma infância e juventude maravilhosas. Sempre no terreiro da casa enorme onde morava aconteciam muitas brincadeiras com os primos. Adorava a merenda do grupo escolar, que trocava com o colega pelo pão com goiabada. Narra a rotina da família Teixeira, fala muito do pai, dos irmãos, da avó que […] -
Maria Terezinha
Maria Terezinha Rosa ficou órfã do pai aos 5 anos. A mãe teve que trabalhar como doméstica para sustentá-la. Criada com os filhos da família, cedo entrou na Fábrica de Tecidos. Era um turno de 6h às 17h e, na volta, ajudava na casa. Terezinha fala das atribulações, mas também narra lembranças felizes. Conta sobre […] -
Wellington Domingos
Wellington Domingos nasceu em Itabirito no ano de 1937. Filho de ferroviário, seguiu a profissão do pai. Entrou na Rede Ferroviária aos 17 anos, onde ficou até se aposentar. A narrativa de Wellington gira em torno da rotina na RFFSA. Afirma que a turma da topografia era uma família. Em dois vagões, eles comiam e […] -
Dona Eunice e Sr. Rui
D. Eunice e Sr. Rui são professores e ícones da educação local. A fala lúcida de D. Eunice emociona. Ela diz da sua infância em Ouro Preto, mas, agradecida, enaltece Itabirito, dizendo que aqui é a sua pátria. Traz suas lembranças de quando conheceu o Sr. Rui. Ele conta as memórias do GGG e da […] -
Maria C. de Paula
Maria C. de Paula Moreira em uma casa/cenário repleta de bibelôs, mimos e lembranças, abre o documentário com “Carinhoso”. Diz que era moça caseira e sua mãe, que gostava de música, a incentivou a cantar na Rádio Cultura e lá ela se soltou. Passou na “Hora da Bigorna” e virou prata da casa. Cita o […] -
Maria Auxiliadora
Maria Auxiliadora da Cruz não tem lembrança da infância, “não podia brincar”. Sua família veio de Ouro Preto, quando o pai trabalhador da Rede Ferroviária adoeceu. Tinha muita vontade de estudar, mas a mãe viúva não tinha condições. Lembra da professora que a alfabetizou no Raul Soares. Diz do tempo na Fábrica de Tecidos, onde […]