Maria Auxiliadora
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Maria Auxiliadora da Cruz não tem lembrança da infância, “não podia brincar”. Sua família veio de Ouro Preto, quando o pai trabalhador da Rede Ferroviária adoeceu. Tinha muita vontade de estudar, mas a mãe viúva não tinha condições. Lembra da professora que a alfabetizou no Raul Soares. Diz do tempo na Fábrica de Tecidos, onde começou a trabalhar com 14 anos e lá se aposentou. Acha que Itabirito melhorou muito na área da educação e deseja que prossiga.