Maria C. de Paula
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Maria C. de Paula Moreira em uma casa/cenário repleta de bibelôs, mimos e lembranças, abre o documentário com “Carinhoso”. Diz que era moça caseira e sua mãe, que gostava de música, a incentivou a cantar na Rádio Cultura e lá ela se soltou. Passou na “Hora da Bigorna” e virou prata da casa. Cita o cast da Rádio da sua época, conta da alegria do Carnaval e como chamava a atenção com as belas pernas. Para ela, a palavra que resume tudo é “saudade”.