Dona Divina
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Divina do Espírito Santo, menina levada do São Gonçalo do Bação, vive no mesmo sobrado há 94 anos. Relata com alegria as brincadeiras da infância. Ela fala: “era muito capeta mesmo”. Conta os modos de viver e os costumes no lugar que não tinha a luz elétrica. Traz a técnica artesanal da mãe de bater a manteiga e narra como as coisas foram melhorando com o tempo. Uma das memórias é a aventura no carnaval. Contrariou o pai severo e veio dançar no União, mas, no fundo, não achou graça na festa.